Posts by jaimesalvon

Liberdade “Poder fazer de tudo o que se queira não é o verdadeiro sentido da liberdade de ação. Você deve examinar até que ponto é livre e até que ponto está sendo influenciado pelos maus hábitos. Ser bom porque isto se tornou um hábito, também não é liberdade. Ser tentado não é pecado, mas ser capaz de resistir e vencer a tentação é grandeza; Isto é liberdade, pois você está agindo somente por livre vontade e livre escolha”. OraçãoA melhor conduta é orar:  “Senhor, torna-me feliz com a percepção de Ti. Liberta-me de todos os desejos terrenos e, acima de tudo, dá-me a Tua alegria, que sobrevive a todas as experiências felizes e tristes da vida”. Paramahansa Yogananda, Lições da Self-Realization...

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  PESSOA “SINCERICIDA” – Por Profº Luiz Marins  “Conheço pessoas “sincericidas”. Uma pessoa “sincericida” é aquela que usa da sinceridade absoluta e total no momento errado, no lugar errado, da forma  errada, para a pessoa errada, cometendo um verdadeiro suicídio. Muitas pessoas se gabam de sua sinceridade, sem perceber que a sinceridade absoluta num momento errado e em local inadequado pode ser altamente ofensiva, rude e condenável. Conheço pessoas que perderam muitos amigos e até seus empregos por “atitudes sincericidas”. Conheço pessoas que falam mal de outras ausentes, em público, sem o menor pudor, se dizendo sinceras. Conheço casamentos que poderiam durar, sendo desfeitos por causa de “verdades” ditas em ocasiões erradas, de forma errada, com palavras erradas. É óbvio que não sou advogado da mentira ou da falsidade. Mas quero chamar a atenção do leitor para o fato de que vivemos em sociedade e há certas coisas que só devem ser ditas para a pessoa certa, na hora certa, no local certo – e da maneira certa. Se você tem uma opinião negativa sobre a empresa onde trabalha, sobre seu chefe ou mesmo seu subordinado, não deve sair falando publicamente, por mais que deseje ser verdadeiro e sincero. Conheço chefes que falam muito mal de seus subordinados em rodas de amigos, assim como funcionários que falam mal da empresa em que trabalham a quem queira ouvir. Um caso típico de “sincericídio” (quando a verdade surge quando não deveria)  ocorreu quando um fornecedor colocou na sua rede social da internet comentários desairosos sobre um de seus clientes. Resultado: é claro que perdeu o cliente. Também conheço casos de funcionários que colocaram em suas redes sociais comentários negativos sobre seus colegas de trabalho e acabaram perdendo o emprego. Nos dois casos tudo que foi dito é verdadeiro e sincero, mas não deveria ser postado numa rede social, é claro. Conheço pessoas “sincericidas” que usam de reuniões para publicar sua sinceridade, criando um  clima constrangedor entre os participantes. “Eu sou assim mesmo: sou sincero e falo a verdade”, me disse uma dessas “sincericidas”, conhecida pela falta de educação e ausência de polidez ao tratar com as pessoas. Pense se você também não é um “sincericida”. Não seja falso, nem mentiroso. Mas pense...

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“Quando procuramos compreender real e profundamente os outros seres humanos, abrimos as portas para soluções criativas e terceiras alternativas. Nossas diferenças não formam mais obstáculos para a comunicação e o progresso de nossos...

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A Autoridade do Líder Professor Luiz Marins Qual será a verdadeira autoridade de um líder? De onde deve vir o seu poder? O que deve fazer um verdadeiro líder? Para bem responder a essas perguntas, basta vermos a etimologia (origem da palavra) “autoridade”.  A palavra “autoridade” deriva do latim  auctoritas, que vem por sua vez de auctor, derivado de augere, que significa “fazer crescer”.  Assim, o líder, e quem deseja ser líder, deve se lembrar que seu principal papel é fazer seus liderados crescerem, se  desenvolverem, descobrirem sua total potencialidade. Daí vem sua autoridade.  É por isso que a imagem de líder é sempre comparada a de um maestro de uma orquestra. Lembre-se que ele, na orquestra, não toca instrumento algum. A sua autoridade  está em conseguir com que cada músico dê o máximo de si para que o concerto seja espetacular, ou seja, um espetáculo completo. Para isso ele ensina antes, ensaia muito, treina incessante e individualmente cada músico (e ainda mais o conjunto de sua orquestra). Ninguém pode falhar. Ninguém pode atravessar. Ninguém pode dar menos do que pode dar. É por isso que o maestro mais famoso é aquele que consegue tirar da sua orquestra sons inusitados e perfeitos. Dizemos mesmo que aquela orquestra “cresce” nas mãos daquele maestro. O interessante desta comparação é lembrar que um maestro não pode ir até o palco, tirar o instrumento de um músico e tocar por ele durante um concerto. Ele tem que “se desafiar” para fazer com que aquele músico toque bem. Ou consegue isso ou substitui o músico, mas ele, maestro, não pode fazer o papel do músico. E não há como tirar um músico durante o concerto. Ele pode fazer isso antes, mas não durante. Sem aquele músico, aquela partitura não poderá ser executada — e o maestro e o músico sabem disso. A autoridade do maestro é, portanto, limitada. Ele tem que fazer aquele músico “crescer”. Assim tem que haver uma cumplicidade e uma parceria de lealdade entre o líder e o liderado.  Veja que o mesmo ocorre (ou deveria ocorrer) na vida e na empresa. A autoridade de um pai está em fazer seu filho “crescer” e se desenvolver com valores e princípios elevados,...

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