*AUTOCONHECIMENTO PARTE ‘VII’ A Sexta ideia errônea: “Fatores perigosos ou amedrontadores devem ser causas de grande preocupação. Devo estar preparado para o pior, pensando constantemente a respeito e me torturando diante de possíveis calamidades”. O problema envolvido nesse pensamento irracional é que a ansiedade e preocupação antecipadas não ajudam em nada. Na verdade, impedem uma avaliação objetiva do perigo e diminuem a possibilidade de uma reação efetiva caso a calamidade ocorra. Essa ansiedade antecipada pode até induzir à situação temida. O medo tende a fazer acontecer aquilo que tememos. (atraímos o medo que exalamos). A preocupação tende também a exagerar os eventos desagradáveis, a torná-los desproporcionais. Cada dia se torna o dia do juízo final. As pessoas racionais, virtuosas, sabem que a pré-ocupação não ajuda; investem suas energias na avaliação da situação e na decisão sobre o que fazer para evitar uma possível ‘tragédia’; não presumem que a tragédia vai ocorrer. Em situações amedrontadoras, vão afastar o medo de maneira prudente e gradual, afastando-se do caos, permitirão que a calma e serenidade abra espaço para criar uma nova ordem e transcender a fase caótica. Veja abaixo as outras partes (I a V...
Leia MaisAUTOCONHECIMENTO Parte ‘VI’ A Quinta ideia errônea: “Deve haver uma solução acertada e perfeita para cada uma de minhas situações / problemas. Caso contrário, estarei numa situação desesperadora” É óbvio que não existe uma solução perfeita para todos os problemas da vida. Além disso, o fracasso em resolver um problema através de uma solução perfeita não é nenhuma catástrofe. Podemos aprender e crescer através dos fracassos. A ansiedade provocada por essa distorção vai, provavelmente, reduzir a eficiência na resolução do problema. Uma pessoa racional sabe que há opções e alternativas na solução de todos os problemas. Também é verdade que alguns são insolúveis. Precisamos conviver com eles e aprender a arte da aceitação. Quando está diante de uma decisão ou da resolução de um problema, a pessoa centrada na sua razão maior, vai considerar todas as opções do momento e escolher a solução mais viável, depois de avaliar todos os aspectos. Se o seu problema tem solução, relaxe… ele tem solução!Se o seu problema não tem solução, relaxe… ele não tem solução! Veja abaixo as outras partes (I a V...
Leia MaisAUTOCONHECIMENTO Parte V* A quarta ideia errônea: “Minhas experiências passadas e os eventos de minha história determinam minha vida presente e meu comportamento. A influência do passado não pode ser neutralizada”. É verdade que somos criaturas de hábito e que é difícil reaprender. A distorção é a crença de que isto é impossível. Esse determinismo (ou aceitação passiva) é usado para se evitar o desafio da mudança. As pessoas racionais, proativas, conhecem a importância do passada e de suas influências, mas sabem também que podem mudar se avaliarem essas influências, reinterpretarem eventos e reavaliarem as percepções de sua visão original; permanecem sempre acima dos seus problemas. * Veja abaixo as outras partes (I, II, III, IV) Sugestão de filmes: Tão Forte Tão Perto Entre...
Leia MaisAUTOCONHECIMENTO Parte IV* Segue a terceira ideia errônea: “Não tenho qualquer controle sobre minha felicidade. Esta é inteiramente determinada por circunstâncias externa”. Obviamente, esta distorção é uma mentira que ‘digo a mim mesmo’ para evitar os desafios e a responsabilidade. Às vezes é mais fácil ser um mártir – cair no chão e fingir-se de morto – ser vítima das circunstâncias, do que reavaliar minha situação e fazer o que for possível. A pessoa que está no seu centro, na ‘sua razão maior’ sabe que a felicidade não é determinada pela por eventos ou forças externas. É muito mais uma questão de atitudes, e atitudes não podem ser coagidas por forças externas – estas causam, no máximo, uma aflição física. A felicidade ou infelicidade é muito mais determinada pela maneira como os eventos são percebidos, avaliados e verbalizados internamente. Na verdade, a felicidade vem de dentro, como os sábios tem afirmado durantes séculos. Reflita sobre as seguintes questões, pois elas podem conter respostas que são verdadeiras chaves: Como você se sente em relação a si mesma e a sua vida Até que ponto sua vida tem sentido, é plena e rica? Você se sente seguro/a com os outros? Você se sente a vontade com relação a seu eu mais íntimo na presença de outros, ou pelo menos com certas pessoas com quem você tem alguns objetivos comum? ps.veja abaixo ‘Autoconhecimento partes de I a...
Leia MaisAUTOCONHECIMENTO Parte III “O que importa não são os fatos, mas o significado Que esses fatos tem para cada pessoa” Albert Ellis Segue a segunda ideia errônea: 2) Preciso ser amado e aprovado por todos os membros de minha comunidade, especialmente pelos que são mais importantes para mim. Todo objetivo inatingível e que leva obrigatoriamente ao fracasso, é um objetivo irracional. Ninguém jamais será amado e aprovado de maneira universal. Quanto maior o esforço que a pessoa fizer nesse sentido, mais ansiosa, frustrada e autodestrutiva irá se tornar. Passei mais de dois terços de minha vida acreditando nesta falsa visão, investindo e insistindo num personagem (persona), que não fazia sentido, não era visto, reconhecido e recompensado. O fruto da falta de ética e justiça para comigo mesmo gerou como consequência frustração e desarmonia. Segundo, o escritor e terapeuta John Powel, em termos racionais, o desejo de ser aprovado e amado é, acima de tudo, humano. No entanto, não posso ter e nem precioso do amor e aprovação de todo mundo para ter uma vida plena e feliz. Não posso sacrificar meus próprios ideais, interesses e desejos em troca de amor e provação. Quando sou reprovado, preciso avaliar a validade da crítica para ver se o problema é meu ou de quem me critica. Se for meu, tentarei mudar. Se for de quem me critica, é esta pessoa que deve mudar. Reflita sobre isso… (confira neste espaço AUTOCONHECIMENTO partes I e...
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