Construir um Time tendo como foco ganha / ganha, passa pela identificação, desenvolvimento e aprimoramento dos talentos individuais (competências, valores e autoconhecimento).
Todo indivíduo traz consigo dons exclusivamente humanos: pensamento, imaginação, consciência e livre vontade. Quanto mais autoconhecimento maior autoconsciência, pró-atividade, confiança e potencial de realização. Para se ter espírito de aventura, de descoberta e criatividade, é preciso contar com um bocado de segurança interna. Precisamos deixar o conforto de nossa casa e enfrentar a imensidão do desconhecido, totalmente novo. Abrir novas possibilidades, novos territórios, novos continentes, para que outros possam seguir-nos. O papel do líder educador, seria facilitar esse caminho de autodescoberta e transformação individual.
Para transcender o paradigma da competição, da exclusão, da escassez, para uma nova realidade, focada na possibilidade de abundância (tem o suficiente para todos), da inclusão (reconhecer as diferenças) atuando de forma cooperada, é necessário passar pela criação de uma sinergia grupal.
“Sinergia, significa, que o todo é maior do que a soma das partes. Que a relação estabelecida entre as partes é, em si e por si, também uma parte. Não apenas uma parte e sim, à parte mais catalisadora, mais poderosa, mais unificadora e mais excitante. A sinergia está em toda parte, inclusive na natureza. Se colocarmos duas plantas lado a lado, as raízes se misturam e melhoram a qualidade do solo, de modo que as duas plantas crescem melhor do que se estivessem separadas. Se colocarmos duas peças de madeira juntas, elas aguentarão muito mais do que o peso suportado por cada uma individualmente. O todo é maior do que a soma das partes”. S.R.Covey.
Como percebemos tudo está relacionado com todas as coisas. O desafio está em aplicar os princípios da cooperação criativa, extraídos da natureza, e desenvolvê-los em nossas relações sociais. Nesse estado, construiremos um solo fértil para o florescimento do poder da criatividade. É justamente no relacionamento que os poderes criativos se maximizam.
O relacionamento entre as partes também inclui o poder de criar uma cultura sinérgica dentro da família ou de uma organização. Quanto mais genuíno for o envolvimento, quanto mais sincera e voluntária a participação na análise e solução dos problemas e desafios, maior a liberação da criatividade individual e seu comprometimento com o que está sendo criado e gerido. (Este é o segredo do poder, na atitude japonesa nos negócios, que mudou o mercado mundial).
O Time, focado no ganha / ganha, desenvolve sinergia, manifestada na eficácia inter-interpessoal, no trabalho em equipe, na criação conjunta, no desenvolvimento da unidade e da criatividade.
O processo pode iniciar individualmente, sendo sinérgico consigo mesmo, embora esteja num ambiente hostil. Você não precisa considerar pessoais os insultos que muitas vezes, lhe são atribuídos. Desviando-se da energia negativa, poderá buscar o que há de bom nos outros e utilizar este lado bom, por mais diferente que seja, para melhorar seu ponto de vista e aumentar sua perspectiva de melhores resultados.
Faça uso da coragem em situações interdependentes, tornando-se mais aberto, expressando seus sentimentos, ideias e experiências, de modo que, sua atitude, encoraje outras pessoas a fazer o mesmo.
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Dicas para praticar nos próximos dias:
“Você pode valorizar as diferenças nas outras pessoas.
Quando alguém discordar de você, responda: “Ótimo, você vê de forma diferente”; Você não precisa concordar, pode simplesmente reconhecer e compreender que cada um enxerga, conforme sua realidade interna.
Quando você só vê duas alternativas – a sua e a ‘errada’ – pode procurar uma terceira, sinérgica. Quase sempre há uma terceira alternativa, e, se você trabalhar com uma filosofia Ganha / Ganha , buscando a compreensão, conseguirá mais rapidamente encontrar uma solução, que será melhor, para todos os envolvidos.”
Por Luiz Fernando Veríssimo
“Vivemos cercados pelas nossas alternativas, pelo que podíamos ter sido.
Ah, se apenas tivéssemos acertado aquele número (unzinho e eu ganhava a sena acumulada), topado aquele emprego, completado aquele curso, chegado antes, chegado depois, dito sim, dito não, ido para Londrina, casado com a Doralice, feito aquele teste…
Agora mesmo neste bar imaginário em que estou bebendo para esquecer o que não fiz – aliás, o nome do bar é Imaginário – sentou um cara do meu lado direito e se apresentou:
– Eu sou você, se tivesse feito aquele teste no Botafogo
E ele tem mesmo a minha idade e a minha cara. E o mesmo desconsolo.
– Por que? Sua vida não foi melhor do que a minha?
– Durante um certo tempo, foi. Cheguei a titular. Cheguei a seleção. Fiz um grande contrato. Levava uma grande vida. Até que um dia..
– Eu sei, eu sei… disse alguém sentado ao lado dele.
Olhamos para o intrometido… Tinha a nossa idade e a nossa cara e não parecia mais feliz do que nós. Ele continuou:
– Você hesitou entre sair e não sair do gol. Não saiu, levou o único gol do jogo, caiu em desgraça, largou o futebol e foi ser um medíocre propagandista.
– Como é que você sabe?
– Eu sou você, se tivesse saído do gol. Não só peguei a bola como me mandei para o ataque com tanta perfeição que fizemos o gol da vitória. Fui considerado o herói do jogo. No jogo seguinte, hesitei entre me atirar nos pés de um atacante e não me atirar. Como era um herói, me tirei… Levei um chute na cabeça. Não pude ser mais nada. Nem propagandista. Ganho uma miséria do INSS e só faço isto: bebo e me queixo da vida. Se não tivesse ido nos pés do atacante…
Ele chutaria para fora. Quem falou foi o outro sósia nosso, ao lado dele, que em seguida se apresentou.
– Eu sou você se não tivesse ido naquela bola. Não faria diferença. Não seria gol. Minha carreira continuou. Fiquei cada vez mais famoso, e agora com fama de sortudo também. Fui vendido para o futebol europeu, por uma fábula. O primeiro goleiro brasileiro a ir jogar na Europa. Embarquei com festa no Rio…
– E o que aconteceu? perguntamos os três em uníssono.
– Lembra aquele avião da VARIG que caiu na chegada em Paris?
– Você…
– Morri com 28 anos.
– Bem que tínhamos notado sua palidez.
– Pensando bem, foi melhor não fazer aquele teste no Botafogo…
– E ter levado o chute na cabeça…
– Foi melhor, continuou, ter ido fazer o concurso para o serviço público naquele dia. Ah, se eu tivesse passado…
– Você deve estar brincando.
Disse alguém sentado a minha esquerda. Tinha a minha cara, mas parecia mais velho e desanimado.
– Quem é você?
– Eu sou você, se tivesse entrado para o serviço público.
Vi que todas as banquetas do bar à esquerda dele estavam ocupadas por versões de mim no serviço público, uma mais desiludida do que a outra. As consequências de anos de decisões erradas, alianças fracassadas, pequenas traições, promoções negadas e frustração. Olhei em volta. Eu lotava o bar. Todas as mesas estavam ocupadas por minhas alternativas e nenhuma parecia estar contente. Comentei com o barman que, no fim, quem estava com o melhor aspecto, ali, era eu mesmo. O barman fez que sim com a cabeça, tristemente. Só então notei que ele também tinha a minha cara, só com mais rugas.
– Quem é você?perguntei.
– Eu sou você, se tivesse casado com a Doralice.
– E..?
Ele não respondeu. Só fez um sinal, com o dedão virado para baixo…
Creio que a vida não é feita das decisões que você não toma, ou as atitudes que você não teve, mas sim, aquilo que foi feito!
Compromisso Integral
Comprometimento. O que significa exatamente isso?
É estar atento aos seus afazeres. Doar-se, buscar soluções. Vislumbrar o que está por vir. Empenhar-se nas tarefas. Usar de afinco para que tudo saia o melhor possível.
Quando se está verdadeiramente comprometido, a segurança aflora. Os atos já estão definidos só é necessário que alguém os tome para si. Gerenciar o trabalho e a vida.
O comprometimento está vinculado ao clima organizacional, à cultura e aos valores da empresa. As pessoas estão dispostas a lutar por aquilo em que acreditam, seja no plano profissional ou pessoal. E lutam pela verdade!
Aberto à renovação, no uso da ética e da ponderação, o líder é um indivíduo com capacidade de escutar, desenvolver e construir um relacionamento duradouro junto a seus clientes (internos e externos).
Comprometer-se com metas é focar o seu pensamento no alvo, o corpo acompanha, isto é, a energia segue o pensamento. O corpo reage e as idéias passam a ter vida própria.
Você não verá como fazer algo até que se enxergue a si mesmo fazendo.
Quanto mais souber o porquê das coisas que está realizando, mais será a liberdade que você terá para explorar todos os caminhos para chegar lá.
Meta deve ser uma coisa negociada, compartilhada com responsabilidade.
Nesse contexto, nasce o Comprometimento Afetivo, também chamado atitudinal: o indivíduo se identifica com a organização e com os objetivos dela e deseja manter-se como membro, de modo a facilitar a consecução desses objetivos. O comprometimento afetivo é aquele associado à idéia de lealdade, desejo de contribuir, sentimento de orgulho em permanecer na organização. Compromisso com a empresa é também cuidar de si para cuidar do todo, isto é, comprometer-se com a qualidade de nossos relacionamentos afetivos, nossa saúde, lazer e bem estar.
Nos envolvemos na medida de nossa emoção, de nosso desejo. Porém, o comprometimento se estabelece de acordo com a capacidade e atitude que empregamos (habilidades / talentos), para a realização dessas metas .
7 Dicas para implementar a inovação em empresas. Por Carlos Júlio*
“No início do ano, deparo-me frequentemente com executivos ansiosos por constituir avanços no campo da gestão. Muitos procuram aumentar as receitas, outros buscam modificar a imagem da corporação. Alguns almejam, com razão, mostrar serviço e justificar seus salários e bônus.
O verbo “inovar” é utilizado com frequência por esses líderes. Por vezes, a palavra se insere numa súplica dramática. São comuns frases do tipo:
1- Como inovar sem colocar em risco o patrimônio e a credibilidade da companhia?
2- Será que o nosso público está preparado para essa inovação?
3- Se arrisco de cara, posso dar com os burros n’água. Se me alongo no estudo de viabilidade, a concorrência me atropela. Que fazer?
É interessante notar que a maior parte dos executivos associa a inovação a algo marcante, grandioso e até mesmo revolucionário.
Assim é, de fato, quando uma montadora de automóveis, por exemplo, passa a produzir um híbrido, que funciona a gasolina e energia elétrica.
É também o caso de uma construtora que mobiliza especialistas de diversas áreas para construir condomínios sustentáveis, que gastam menos água e energia elétrica.
Dessa forma, a empresa estabelece uma diferenciação no mercado e, muitas vezes, acaba por transformá-lo, ditando tendências.
Em muitos casos, no entanto, não é possível empreender uma mudança dessa magnitude, o que frustra tremendamente as lideranças.
Afinal, nem sempre dispomos de ferramentas, tempo, recursos financeiros e talentos para realizar essas transformações.
Porém, é justamente nessas situações adversas que os melhores executivos podem exibir suas competências.
Costumo dizer que podemos sempre recorrer ao MPC, ou seja, ao Monte de Pequenas Coisas. Em geral, elas podem ser feitas rapidamente, sem altos investimentos.
Elas podem não revolucionar o segmento, mas podem ampliar a zona de conforto da organização. Pequenos sucessos, somados, tendem a modificar a cultura da companhia, motivando os colaboradores e cativando os clientes.
Para resumir a ideia, listo sete dicas para implementar a inovação em empresas levando em consideração a fórmula do MPC:
1- Mude a cara da sua empresa. No caso do varejo e do segmento de serviços, instalações são fundamentais. Se você tem um pet shop, por exemplo, que tal aproximar da entrada a área de banho e tosa? As pessoas adoram espiar as atividades de embelezamento dos animais. Por que manter esse formidável atrativo no fundo da loja?
2- Aprimore o atendimento. Promova cursos internos. Não se fie em clientes consolidados. Eles mudam com o tempo e você precisa identificar suas novas demandas. No caso de novos clientes, mostre disposição de consultor. Não empurre produtos ou serviços. Se necessário, venda menos, mas fidelize.
3- Atualize a sua linguagem. Preste atenção especial à nova Classe C. Evite a chamada “dissonância cognitiva” ao oferecer seu produto ou serviço. Seja mais claro, direto e transparente. A simplicidade não mata a elegância da comunicação.
4- Troque aquelas cadeiras que arrasam colunas na Contabilidade e no Atendimento. Construa finalmente o vestiário para a turma da limpeza. São mudanças pontuais, mas que elevam a autoestima das equipes, conferem dignidade ao trabalho e melhoram as relações entre líderes e liderados.
5- Deixe a pose de lado e dialogue com toda sua turma. Você vai se surpreender com o conhecimento que motoboys, copeiras e seguranças têm da empresa. Eles podem ajudá-lo a solucionar problemas crônicos da companhia, especialmente na área das relações humanas.
6- O Brasil é hoje um dos países que mais atraem investimentos internacionais. Pesquise, investigue e prospecte. Um novo sócio ou parceiro pode garantir a ampliação estratégica e a qualificação do seu negócio.
7- Estimule o grupo de colaboradores a desenvolver práticas de sustentabilidade. Premie as melhores ideias. Coloque-as em prática. Fortaleça, assim, o endomarketing. Bons projetos na área não servem apenas para polir a imagem da organização. Eles efetivamente podem reduzir custos e beneficiar o planeta.
Você tem 2012 para liderar uma revolução ou para empreender a mudança com base num Monte de Pequenas Coisas. Basta escolher.
Afinal, a teoria, na prática, funciona!”
* Carlos Júlio Consultor, Professor e Escritor / São Paulo SP.
Apenas hoje, apenas hoje observe a interação entre os participantes do grupo que você está transitando (família, trabalho, social, esporte, igreja etc.). Algumas constatações poderão ser percebidas!
Existem necessidades individuais e coletivas envolvidas, muitas vezes ocultas, que são forças que movimentam os fenômenos grupais.
Além disso, existem aspectos que influenciam o processo grupal, tais como: composição, estrutura, ambiente de convivência, bem como, a posição que cada um dos membros ocupa no grupo, suas relações entre si e o espaço físico e psicossocial do mesmo.
Se ficarmos numa condição de observadores por um momento, poderemos perceber, como um campo de forças em ação, determina os processos grupais.
Objetivos, motivação, comunicação, processo decisório, relacionamento, liderança e inovação, são algumas forças, que concorrem para movimentos de evolução e progresso, ou para dificuldade ou retrocesso do grupo.
Todos esses componentes influenciam decisivamente na definição de normas de funcionamento e concomitantemente, no estabelecimento do clima do grupo.
Segundo a grande educadora e PhD nos estudos sobre comportamento grupal, Fela Moscovici, ‘as pessoas que compõem o grupo, trazem seus valores, suas filosofias e orientação de vida. ’
Vivemos um tempo em que essas questões estão afloradas nesses grupos. A tendência observada entre os participantes, é de que, a ênfase está mais nas diferenças entre as partes e pouco na harmonia entre os participantes. Dessa forma, os conflitos emocionais tendem a predominar.
A busca de soluções que facilitem, sobretudo, a interação entre os membros do grupo, pode permitir conhecimento mútuo e identificação de alguns pontos comuns, que servirão de base para a elaboração de um novo modo de ser e conviver.
Sugestões:
A nível individual, buscar auxílio de um Coaching, terapeuta, etc.
A nível empresarial / organizacional, a sugestão é construir parcerias permanentes com consultorias capacitadas em resolução de conflitos, identificação e estimulação de talentos; construção de times, cooperação e inclusão.
Pense nisso, pois acreditamos que esse caminho, facilitará a construção da harmonia e o alcance dos resultados projetados.
A Cabala e o ano de 2012
Publicado por: Juarez Gudjieff
Para a tradição da cabala, um ano termina quando os astros completam o giro em torno de si e ao redor do sol, na nossa galáxia.
O movimento seguinte será semelhante, pelo período de um novo ciclo.
Em cada período de movimento dos astros, o ser humano não fica indiferente, seja consciente ou inconsciente.
A cabala não é um estudo teórico, adivinhatório ou que precisa de um dom especial para ser entendida, mas uma forma de viver de acordo com a lógica e objetividade, que podem ser lidos pelas tabelas de cálculos.
Ao estudar a astronomia, astrologia, oráculos, numerologia, etc., o leitor está tendo contato com fragmentos do estudo da matemática da vida, ou das energias que compõem o Universo.
Quando um número é analisado, está em observação uma determinada energia e não há nada para ser interpretado, mas constatado com a exatidão que forma cada energia.
A posição dos astros, ou seja, o ano de 2012 teve início em 20 de Novembro de 2011 e, de lá pra cá já é possível perceber no corpo a diferença de energias de um período para outro.
Na leitura do código representado pelo número 2012, identifica-se uma energia intensa de relacionamentos gerais, através das diferenças de comportamentos, para profundo reconhecimento de si.
Pode-se analisar da seguinte forma:
a) Dificuldades nos relacionamentos, com tendência do ser humano se relacionar pelas diferenças entre si e pouco pelas harmonias;
b) O ano prevê relevado desenvolvimento de autogestão pessoal ou grande sofrimento;
c) Uma grande quantidade de conceitos deverão se modificar ou remodelar;
d) Ano em que provavelmente as ciências sociais e a antropologia tendem a evoluir sobremaneira;
e) Conflitos emocionais com os próprios conceitos que se renovam por necessidade de adequação;
f) Dificuldades para tomar decisões, dúvida freqüentes sobre como tomar atitudes, pois cada pessoa tende a querer decidir pelo outro;
g) Instituições religiosas questionadas socialmente de forma mais relevante;
h) Ano para aproveitar a energia do romantismo;
i) Período de contato com a tristeza profunda e isolamento;
j) Período de muitas chuvas, sem graves conseqüências geográficas;
k) Doenças de pulmão podem ficar bem agravadas;
l) Empresas devem ter muita atenção com área de recursos humanos, pois precisam fortalecer a consciência de profissionalização e evitar o máximo de conflitos que o ano indica;
m) A legislação trabalhista deve receber muita atenção das empresas, pois o ano indica renovação das leis de FGTS, com máxima atenção pelo Tribunal do Trabalho e Medicina do Trabalho;
n) A área de treinamento nas empresas fica sob “sinal vermelho” com tendência a não conseguir resolver os conflitos que o período indica. O indicado é buscar consultoria permanente externa;
o) Revolta de estudantes na área da educação;
p) Reformulação das leis sobre câmbio e comércio exterior;
q) Pequenas mudanças na legislação para escolha dos representantes do povo, pois completa o ciclo do AI-3 de 1966;
r) Nova legislação sobre a Constituição de Fundação de Estudos do Mar.
Publicado por: Juarez Gurdjieff
Em: 22/12/2011 16:58
Saiba mais sobre formação com Juarez Gurdjieff: www.atmanamara.com.br
AUSÊNCIA. Carlos Drummond
Hoje já está passando e pode ser que amanhã também, mas tudo bem a gente vai treinando,evoluindo, para que nem tudo que vai não fique.
Quem sabe ainda vamos ter um tempo para aprender e ensinar!
Mario Quintana








